Hoje vai ser o dia para meu eu. O dia que vou ficar sem fazer nada, vou ficar calmo, vou respirar novos ares e sentir a natureza emanando sua aura e eu absorvendo-a de modo que tudo fique um pouco mais saudavel e um pouco menos estressante, massante, cansativo, rotineiro. Minhas férias estão boas, mas estou precisando de algo que mude um pouco, que me faça sair dessa prisão de edifícios e mar, que é Salvador. Não sei se a parte do "mar" é como se fosse uma prisão, mas não faço dele como seja. Talvez ele seja a válvula de escape para qualquer um. Uma imensidão de água, sal, areia e um pouco de sentimentos bons para o total relaxamento do corpo, mente e alma.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Hoje
É, hoje sinto que o dia vai ser bom. Dormi muito bem, descansei o que tinha que descansar e logo vou indo pro sítio da minha avó. Um recanto de relaxamento pra mim, pra ficar só de boas com a natureza e tudo que tem lá. Andar de pés descalços na grama ou na terra, relaxar tudo o que tem que relaxar, se vacilar, até comer mato (brincadeira).
Meu dia e amizade
Depois de um dia como o que tive hoje, as coisas mudaram muito. Conversei bastante com minha mãe, chegamos em um bom acordo. Não que eu esteja satisfeito plenamente com esse acordo, mas é o que é mais viável no momento. Não fiz nada de tão interessante hoje, fiquei só descansando e tals. Apesar de no começo pro final da noite, meus amigos terem vindo aqui me ver, foi ótimo.
Mas antes, estava aqui, conversando com minha melhor amiga e bebendo um vinho que sobrou de ontem da ceia. Nossa, o papo foi cabeça, conversamos sobre um monte de coisas. Fico me perguntando, como é que tenho tanta coisa pra falar com ela, sendo que converso com ela quase todo dia? É impressionante velho. Eu amo essa menina, ela é demais. Apesar dela me falar muitas coisas, me dar vários toques e normalmente eu não seguir, por querer quebrar a cara ou por querer fazer do meu jeito, do jeito que acho melhor, ela sempre acaba estando do meu lado no fim de tudo. Isso sim é ser amigo. Ela não fica com o pé atrás de falar das coisas comigo, de nada. Somos completamente sinceros um com o outro e isso é muito bom.
Então, aí alguns amigos meus chegaram aqui e ficamos conversando por pouco tempo, logo tiveram que ir embora. E ficaram só o restante, eu, minha amiga e outro amigo meu. Conversando, comendo pastel de camarão (que por sinal essa minha amiga engasgou com a casca), tocando violão e bebendo cerveja. Nossa! Pra que coisa melhor que isso? Ficar num happy hour com os amigos e fazendo tudo de boas, fazendo o que nós gostamos de fazer. Incrível. Essa minha noite de dia 25/12/2010 foi esplêndida. Passei com meus amigos, fazendo tudo que gostava, depois de um Natal não tão bom quanto esperava. Ou talvez um bom Natal, sei não. Encerrando esse blablabla todo, vou dormir, já está tarde e vim postar por livre e espontânea vontade.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Sobre meu eu interior
Conflitante. Essa é a palavra que mais se encaixa na descrição de como é o meu eu interior. Então, escrever algo sobre ele, descrevê-lo na verdade, já é uma coisa difícil e que nem eu mesmo sei se é verdade. Se tenho medo de escrever sobre algo que não tenho certeza do que seja? Não, afinal, meu íntimo não está em nenhum livro didático, nenhum especialista sabe dos meus pensamentos. Então, se eu errar, quem apenas saberá se está errado, sou eu.
Vamos ao foco. O que é que está acontecendo comigo? Porque esse meu ser que está sendo tão conflitante consigo mesmo, que está sendo tão triste e amargo da própria vida? Essas perguntas são tão retóricas, são perguntas que eu tenho respostas, mas são milhares entre milhões. E ainda bem que sei. Algumas coisas estão ligadas à meu passado em São Paulo, aos acontecimentos que por aí andam, por causa da separação dos meus pais, porque o espírito do Natal é pura convenção. Tudo é pura convenção e vamos seguindo em frente com elas. Não sei se estou certo, mas não quero estar. Não faço para estar, não aqui, faço para aprender. Não é por isso que não seja feliz, sim, sou feliz na maior parte da minha vida, mas não em todas. E nas partes que não sou, sou amargurado e triste com a vida. Não faz sentido, nem pra mim, mas não sei explicar. Então, basicamente é isso. Desabafo feito.
Preso na garganta
Algo estava realmente preso na garganta, até esse Natal. É estranho, mas foi no Natal. As coisas aconteceram de modo que nem eu e nem você poderíamos parar com a força humana que temos. Eu não pude parar de falar, de expressar tudo que sentia, tudo que tinha lido sobre, tudo que sabia, tudo que acreditava. Nem eu, nem você, humanamente poderia parar isso e me olhar sem nenhum asco de achar que sou frio e calculista. Se sou mesmo? Em determinados momentos, sim, sou. Estranho para alguém que me conhece, não saber isso. Pois é, minha própria mãe não sabia. Mas eu não a julgo e ela não é obrigada a saber de tudo sobre mim, ainda mais se não contar-lhe nada.
Ontem foi um Natal que ninguém esperava que viesse de mim. Ontem parecia o dia que estava falando pela primeira vez, como homem. Não entendi, ficaram abismados com o que eu disse. Não sabiam o que eu estava falando, não sentiam o que eu estava sentindo. Por um simples sentimento preso em minha garganta. Por um simples sentimento não exteriorizado por falta de tempo ou de interesse de ambas as partes. Mas enfim deu certo. Depois de estrangular esses sentimentos e colocá-los para fora, já é um bom começo. As coisas ficaram um tanto desreguladas, confusas, sem nexo, mas finalmente foi. A voz de um homem, por mais alta e autoritária que seja, não rompe com convenções, não rompe com nada que já seja impregnado no ser. Não adianta dar murro em ponta de faca ou querer cutucar a onça com vara curta, não vai dar certo. E também, não adianta muito ser um adolescente e querer mostrar algo que para você está certo, mas a outra pessoa não conhece. Como eu li uma vez em algum lugar: quando criança, você não pode fazer nada, na adolescência você não é ouvido e é tratado como o limo da sociedade, quando adulto você é muito responsável e arca com as conseqüências da sua existência.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Véspera de Natal
Que incrível, hoje é véspera de Natal e nem por isso tô feliz, muito menos triste. As pessoas ficam um pouco mais alegres, parece que esse "espírito" de Natal, além de deixar todos loucos para comprarem presentes e mais presentes, as deixam um pouco menos egoístas (nem todas). Não vejo sentido no Natal, não sei porque as pessoas insistem em comemorar o aniversário de uma pessoa morta. Onde já se viu isso? Ah é, em quase todo o mundo.
Mas então, se comemora sétimo dia de morte, um mês de morte, um ano de morte. Então me explique o porque as pessoas comemoram o aniversário de alguém morto? Nada contra, cada um com suas crenças e religiões, mas pra mim isso é anormal. E outra, não vejo bolo de aniversário nenhum, com duas mil e dez velas (nesse ano) para o além apagar. Estranho isso. Os presentes, não são dele, são dos "convidados." Ah, desisto de tentar entender o Natal. É sim uma festa bonita, como todas as outras, mas é uma coisa que tá tão impregnada na maioria das pessoas, que até esquecem que existem outras pessoas que não são obrigadas necessariamente a gostar do Natal ou a cultuá-lo.
Eu mesmo, tenho alguns motivos para não gostar do Natal (isso não quer dizer que não faça parte da festa ou que não cultue). Mas é assim mesmo, não gosto, por motivos pessoais que não vem ao caso do meu post agora. E pensando bem, o Natal não é nem tão ruim assim. Até pessoas como eu, que não gostam tanto do Natal, passam a gostar. Acho que esse é o tal do "espírito do Natal" ou bondade das pessoas. Consumismo exacerbado ou vontade de gastar dinheiro. Porque todo ano, só vejo minha vó gastando dinheiro com todos os netos. É comprando isso e acolá. E ainda tem mais, cada neto ganha uma quantia em dinheiro vivo! Essa é a melhor parte do Natal, além da ceia. Isso em minha opinião, claro. Já que não tenho crenças e/ou religião que me motive no Natal. É apenas o "espírito" Natalino ou até mesmo pra não ficar alheio das coisas.
É estranho tudo isso mesmo, estranho ver alguém que não goste tanto do Natal como eu, mas na vida se tem de tudo. Ainda bem que curto ela independente do que a sociedade impõe. Acho que todo mundo faz isso, claro. Coisa muito mais saudável. E eu estava justamente conversando com um amigo meu, daqui há algum tempo, já estaremos casados, querendo ter filhos, com nossas vidas já quase estabilizadas (ou não, mas se tudo der certo...) então, é melhor que curtamos agora o momento, porque daqui há 6 anos, essas coisas que faço agora, já serão de "guri." Então, pra que melhor curtir meu momento agora com 18 anos (no meu caso)? Então, vamos curtir esse momento, o agora das nossas vidas.
Pra finalizar, deixando um trecho de uma música de Titãs, muito boa.
(...)"Não vou mais medir o tempo
Não vou mais contar as horas
Vou me entregar ao momento
Não vou mais contar as horas
Vou me entregar ao momento
Não vou mais tentar matar o tempo."
Caras como eu - Titãs
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Vontade
De escrever o que der e vier na cabeça, sem ter um fim previsto. Ou algo que eu possa discutir e que fosse um foco. Vontade de fazer várias coisas, não entendo porque to assim comigo mesmo. Não sinto vontade de fazer nada e ao mesmo tempo vontade de fazer tudo. Sim, eu posso ser bem contraditório em várias coisas que escreva aqui, mas é normal. Eu to todo confuso comigo, com meu eu, quem dirá com as palavras ou com o que eu quero expor. Como é difícil descrever um sentimento, pior se fosse fúria ou algum desses sentimentos impulsivos. Sei, mas não sei o que é, mas sei (ou não) que não é nenhum desses sentimentos loucos assim. Ou até pode ser, mas não sei descrever. Eita, quanta coisa que sei, mas não sei, que seja totalmente contraditório. Loucura. Vou continuar escrevendo e escrevendo, acho que não vou me contentar em parar num ponto final. Se é que vai ter um fim plausível. Eu nem sei do que vou escrever, to maluco agora. Vou tocar violão agora, mas depois volto pra escrever esse mesmo texto e com outro sentimento e outra visão do momento, creio. Pode ser que sim, pode ser que não, vamos ver. Vou lá tocar agora. Pronto, toquei, não mudou muito meu sentimento, sei lá. Me sinto pior agora, não sei o que é isso! E to com saudades do meu pai, meio nostálgico, não sei explicar. Acho que ando meio anti-social nesses tempos, tenho que sair com pessoas novas. Queria sair pra conversar com alguém e tomar um chá ou um café, é uma boa idéia. Imagine, conversar com alguém legal, tomando algo que te relaxa e que é bom. Ai meu Deus, que loucura. Vou tomar um outro chá daqui a pouco, lotado de açúcar pra acalmar o cérebro e o coração. Agora, vou fazer lá outra coisa e depois venho escrever de novo. Nem sei porque continuo escrevendo isso aqui, já que sei que ninguém vai ler. Se ler ou não ler, não tem problema não, basta eu me sentir bem ou menos pior. Nem sei o que tá rolando ainda com meu celular, mas ele ainda não tá prestando. A rede da Oi tá péssima e nem com minha mãe eu consigo falar, sem contar que a net já caiu aqui e tudo mais. Ah, acho que já tá bom de escrever não é? Estar bom, não está, mas já cansei de escrever isso aqui, sabendo que não vai me ajudar em muita coisa, já que não sei expressar meu sentimento em palavras, enfim. O fim.
Meu bem-estar
É bem estranho isso, mas não me sinto bem comigo mesmo. Eu to me sentindo estranho sempre que faço alguma coisa que não quero, ou que quero, mas não me sinto bem fazendo. (?) Não sei explicar na verdade o que é, mas estou me sentindo mal.
Não consigo falar direito com as pessoas sem me estressar ou sem ficar nervoso. Não consigo desenvolver nada, ou ler nada, ou fazer nada que não me deixe entediado e/ou nervoso. Estou me sentindo nervoso. Quero sair pra dar um rolé, correr, andar na praia, qualquer porra assim, mas nem isso eu me sinto normal em fazer. Então, fico aqui em casa, na frente do notebook escrevendo essas coisas pra ver se me sinto melhor. Na verdade eu sei o que quero fazer e que me sentiria melhor se fizesse...correr. Correr até não conseguir mais saber aonde estou, correr sem rumo. Correr pra cansar e suar, acho que é isso mesmo que quero. Eu não sei de porra nenhuma. Não falo nada com nada, não faço nada, não leio nada, não não nada.
Ah, como ando confuso e nem sei explicar o que eu tenho, o que eu sinto. É estranho. Eu não quero nada, não quero ver ninguém, não quero nada...além de correr sem rumo. E ir pro MATO. Sim, quero ir pro mato, correr no mato, acampar no mato, andar no mato, subir na árvore do mato. Enfim, chega de loucura.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Férias
Eu nem sei exatamente sobre o que quero escrever, mas vou escrever o que der na telha. Tô querendo fazer muitas coisas nas férias que acho que não vão dar tempo de jeito nenhum, mas vamos ver, vamos tentar de tudo.
De começo, preciso emagrecer um pouco, me sinto um tanto acima do peso e com uma aparência feia. Vou perder essa barriga, mesmo que seja um tanto difícil, já que foi por causa (principalmente) de muita cerveja que ando bebendo e da falta de exercício físico. Esse último não é por não querer, é mais por falta de tempo mesmo, mas acontece. Quero também estudar um pouco mais, aprender a usar mais o AutoCAD, pra ficar fera e conseguir entregar trabalhos bons aos meus professores. E em todo fim de semestre, vou gravar um DVD com todos meus trabalhos. Portifólio, sabe como é? Tentar ser um pouco organizado. Quero também meio que aprender a usar outros programas, como o SketchUP da Google e coisas que venham me adicionar e facilitar minha vida como estudante. Creio que eu nunca vá deixar de fazer um modelo real pra fazê-lo virtualmente, mas se for necessário, vamos fazer. Até porque, gasta bem menos tempo do que o normal, mas não tem a emoção de ter algo em mãos além de papel.
Nossa, isso foi o que estou me lembrando do que quero fazer nas férias. Sem contar os lugares que pretendo ir e os lugares que pretendo viajar. Nem sei viu, acho que não vai dar tempo de fazer metade dessas coisas, afinal, de férias é mais difícil ter um tempo pra estudar, fixo. Porque você nunca acorda no horário, sai de noite com os amigos e volta muito cansado. Enfim, enfim. "Ene" coisas que podem acontecer.
Assinar:
Postagens (Atom)