Me peguei um dia pensando em uma coisa muito interessante. O conhecimento em alguma área específica. Quando você ainda está no ensino médio, seu conhecimento é geral, você sabe um pouco de matemática, física, química, biologia e discute sobre essas coisas com alguma maestria. Sabe de atualidade, lê as obras literárias do vestibular que vai fazer, essas coisas. Quando se entra na faculdade é tudo diferente. Não que você esqueça tudo que você aprendeu (algumas pessoas podem esquecer), porém seu foco de conhecimento é diferente. Como assim diferente? Vou explicar. Por exemplo, alguém que faça engenharia elétrica, vai olhar para um carro, uma lâmpada, um monitor de computador ou algo que se encaixe nessa área e vai notar quais são os elementos que os compõe e saberá discorrer um pouco sobre, até ter o conhecimento total do que está analisando. Já uma pessoa que faz arquitetura, pouco saberá do que acontece nos sistemas elétricos de um monitor ou algo do tipo, porém se perguntarem sobre a arquitetura francesa, italiana, brasileira, saberá discorrer ao nível do engenheiro elétrico sobre sistemas elétricos.
Mas o bom, é que cada pessoa escolhe no que vai se focar, mas isso não quer dizer que alguma profissão é superior a outra, elas se completam num ciclo de favores e deveres. Por mais que seja difícil a faculdade, por mais que o vestibular seja difícil de entrar e por tantas outras dificuldades que uns encontram e outros não. Cada um é bom no que se faz, um médico é bom em ser médico e não engenheiro civil, um psicólogo é um bom psicólogo e não um bom advogado e por aí vai. Não anulando a possibilidade de uma pessoa ter mais de uma formação superior e ser boa em duas profissões, né?
domingo, 15 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Quarta-feira
Quarta-feira foi um dia estranho pra mim. Não fiz nada, não me preocupei com nada, fiquei meio estressado sem motivo, mas foi um dia bem estranho. E pensar que amanhã é quinta-feira e que tenho aulas de quinta-feira, é tão estranho quanto. Ter um dia livre no meio da semana é bom, mas eu como sou todo confuso, acho que no outro dia é segunda, sempre. Afinal, depois do domingo vem a segunda e não a quinta. Sim, viajei. Não tô reclamando de ser quinta, é até bom, porque a semana já tá acabando, fim de semana vou sair, vai ter reggae e tudo mais.
Refrigerante, vinho e um copo de wisky
O que cada uma dessas bebidas tem a ver com alguém ou até mesmo comigo? Tudo. Disse que ia postar alguma coisa sobre o que tinha falado antes, em gostar ou não de bebidas amargas. Então, vou tentar explicar o que acho sobre isso e tentando ser o mais racional possível. Ah, mas porque esse post? É uma boa pergunta. Porque os gostos mudam de acordo com o passar da vida, só isso.
Bom, na sua infância, você era doido por doces, pirulitos, bolos, biscoito, refrigerante. E sua mãe nunca te dava o que você queria ou às vezes até dava sim. Você gostava, amava refrigerante, bebia até não poder mais e até hoje em dia, bebe se quiser. Com o passar do tempo, você vai descobrindo coisas que você gosta, que você não gosta ou que prefere nem experimentar, como jiló! Você vai mudando completamente, crescendo, adquirindo um perfil seu e só seu, suas características imutáveis e coisas assim. Seu paladar também muda. Quando você começa a beber bebidas alcoólicas, sempre começa com alguma coisa mais doce, que te lembre o refrigerante e as coisas que você comia quando pequeno como exemplo SmirnoffIce e vinho. Por isso é raro ver crianças de 14~16 anos bebendo cerveja, wisky, Campari ou algo do tipo. Não que elas não bebam. Mas é aí que você começa a descobrir o gosto das caipiróskas e coisas assim, ainda doces. Pronto, você bebeu uma latinha de cerveja e não gostou, é amarga, é ruim. A próxima, fica menos amarga, menos ruim. Na próxima e na próxima, já é aceitável, até que você se acostuma. É bom? Não, não é, é amarga, como já disse, mas você bebe mesmo assim. Você está com amigos num bar, conversando sobre diversos assuntos, num calor infernal, nada mais nada menos que uma rodada de refrigerante pra todo mundo! Ou então: uma rodada de SmirnoffIce pra todo mundo! Chega brocha. Quem quiser refrigerante, ok, vamos ao refrigerante, vamos à SmirnoffIce, quem quiser beber isso, que beba. Mas é bom papear com os amigos, bebendo aquela velha cerveja. E os mais velhos? Porque alguém vai beber uma porra tão amarga igual a wisky? Igual a Campari? Aposto com vocês que quando eram mais novos, não tomavam isso periodicamente e se tomavam, tomavam porque gostavam. Pronto, é basicamente isso que vim dizer, me desabafar e tals. Posso ter me contradito em algum ponto aqui, mas acho que beber o que estiver afim e gostar de algo amargo, vai de cada um. O problema é julgar a pessoa mal por isso. Um brinde à todos!
Blogs
Eu nem sei o que me faz escrever tantas besteiras assim, mas vamos lá. Olhei por aí um monte de blogs ditos legais e populares na internet. Não que esses blogs sejam bons ou ruins, não sou eu quem vai julgar isso. Estava com um tédio danado de noite, quando comecei a conversar com uma amiga minha e ela me disse sobre o blog dela. Trocamos endereços e tudo mais. Ainda não li o blog dela, infelizmente, mas lerei e vejo o que acho. E sejam gratos que apenas vou pensar e não vou comentar aqui no blog. Então, como ia dizendo: essa minha amiga me mandou o blog dela e me indicou um outro, o de um amigo nosso em comum. Olhei e li, achei interessante, porque ele divide um blog com um amigo dele. Além da temática diversificada, eles têm uma característica individual (pelo menos não conheço nenhum outro site assim) que é ter barba. (?) Sim, estranhou essa característica? Por isso que é "individual." Sorte que alguém que sabe ler e interpretar as coisas, vai entender que a característica individual (mesmo sendo para duas pessoas) é do blog e não dos blogueiros, mas enfim, não precisava explicar isso, precisava? Então. Tem outros blogs que venho acessando e tal, que falam de coisas legais, poesias, política (mas quem lhe disse que leio posts sobre política?) música e tudo mais que uma pessoa normal há de gostar. Criticam, brincam, são sentimentais demais ou de menos. Cada qual com seu cada qual. Acho que meu blog é meio confuso e que fala sobre um monte de coisas, que podem ser ditas como fúteis. Mas e daí? O que me faz escrever é apenas a vontade de escrever e o tempo que tenho para expressar o que sinto, se isso é fútil para alguém, pare de ler.
O que eu fico pensando também, é que as pessoas são influenciadas de uma forma ou de outra. Seus pais, amigos, primos, ídolos. Mas uma coisa que me intriga é que ainda dizem que não sofrem influência ou algo do tipo. Sim, sofrem, até eu sofro influência (?) como estou sendo influenciado agora no meu jeito de escrever, só porque li outro blog, mas tudo bem, ainda sou eu na essência. Tudo bem em dizer que existem más influências, que alguém é emo e gosta de Restart e isso é ruim e tal. Rapaz, apenas diga que é ruim uma coisa que você já ouviu falar, procurou saber o que é e tudo mais. Não estou defendendo Restart ou algo do tipo, mas digo que não gosto deles, por não saber nada sobre eles, além deles serem coloridos. Um exemplo de julgar sem saber das coisas, sou eu, principalmente com gostos musicais e cerveja. Odiava Los Hermanos, mas agora me pergunte se já tinha parado pra ouví-los direito? Não, nunca tinha parado para ouvir e quando ouvi, gostei. E o que cerveja tem a ver? Bom, agora vem uma discussão muito extensa, mas espero que dê pra entender. Cerveja tem um gosto ruim, amargo, fica com mal hálito, não te deixa bêbado rápido, é caro, tem várias marcas e um monte é ruim. Eu não gostava de cerveja de jeito nenhum, já tinha experimentado e nunca gostei mesmo. Mas isso é a prova de que estou crescendo e meu paladar está mudando. Não pesquisei sobre isso, mas tiro minhas conclusões. Porque quando você é criança, adora doces e refrigerante? Na sua adolescência, ama vinho e Smirnoff Ice. Passando pra fase adulta, cerveja, wisky e essas coisas amargas assim. Pra mim, paladar muda de acordo com a idade e deve mudar. Eu ainda venho falar sobre isso com mais embasamento. Agora, um pouco de música boa e pouca enrolação.
Planos e mais panos
Antes de dormir, ontem, vinha planejando como seria meu dia hoje. Acordaria cedo, tomaria um bom banho, cuidaria um pouco de mim (tá, isso foi um pouco gay), ajeitaria meu cabelo e só faria tudo o que quisesse. Dormi bem, muito bem até. Fiz tudo o que quis até parar para pensar em algumas coisas que não precisam ser citadas aqui. E não consegui fazer o que tinha planejado. Se bem que esse blog não é feito para ser "o melhor blog de todos os tempos" ou ser visitado todas as horas do dia, ter leitores que amam o que escrevo. Pelo contrário, é apenas para escrever e escrever o que me der na telha (mesmo eu achando que um dia alguém vai ler essa porcaria).
Estava pesquisando sobre alguns tipos de camisas baratas, que se possa fazer em casa e fique legal, até pra ir pra faculdade ou sair por aí pra curtir pequenos momentos que a vida nos oferece. E então, achei um jeito fácil e barato para fazer essas camisas. É um método velho, mas que dá um efeito muito legal, o nome é "tye-die." Os hippies usavam muito isso, logo quando o movimento surgiu. As camisas ficam coloridas do modo que você quiser e de jeito algum, alguém vai conseguir copiá-la ou fazê-la igual, isso é o bom. E por ser feita manualmente, pode-se mudar os jeitos de pintura, as cores e os efeitos. Pois não vou colocar nada aqui, sobre as camisas, sobre a técnica, porque não é necessário. Cada pessoa que se identifica com esse "perfil de roupa" que faça o favor de colocar o nome no Google e procurar saber como faz. Daqui a pouco, quem sabe, alguém lê isso, faz uma camisa, vende pra uma patricinha, pra um mauricinho, um playsson stronda e vira moda?! Ah, não vem essa de que tem que ser "retrô" ou que a moda tende ao passado. Ah, e sobre o título, hm, foi um trocadilho. Quem ler até o fim, entende, quem não quiser entender ou não conseguir, pergunta, não custa nada. Abraços.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Dia dos avôhais
Poderia sim comentar sobre o dia dos pais, no dia dos pais (08/08), mas não. Vou comentar agora mesmo. É meio estranho pra mim, é meio sem graça, é traumático e nostálgico. Não sei como é o dia dos pais pra muitas pessoas que tem os pais perto e que podem passar o dia dos pais juntos. Assim como o dia das mães, passo junto com a minha, mas nunca foi aquela data tão importante e comemorativa quanto deveria ser e quanto eu queria que fosse. Apesar de achar que essas coisas de "dia disso, dia daquilo" são simplesmente datas comemorativas de comércio.
Não vou dizer que não queria ver meu pai, dar um abraço nele e falar: "feliz dia dos pais." Queria, queria muito, já que eu não consegui vê-lo esse meio de ano e tal. Me bate uma saudade imensa. Não consigo falar com ele tem mais de uma semana, o telefone toca, toca e toca, mas ninguém atende. Talvez eu até consiga, no domingo, mas queria ligar pra ele apenas pra papear. É bom de vez em quando.
Porém meu dia dos pais não vai ser tão trágico assim. Se conseguir viajar pra Aracajú e ver meu vô, tá de bom tamanho. Afinal, não o vejo tem muito tempo também, quase um ano. E avôs e avós sempre precisam da nossa atenção. Uma certa música que escutava quando ainda morava junto com meu pai, me inspirou no título dessa postagem. E vou postar a letra e o vídeo dela, de Zé Ramalho - Avôhai, avô e pai.
Sublime e etc
Já é a segunda vez que venho postar alguma coisa e nunca posto nada. Não tenho coisas tão interessantes assim para postar e estou sem saco, sem tempo, sem inspiração, sei lá. Só não quero postar coisas sem noção que nem essa.
Bom, na semana passada, fui à minha primeira entrevista de estágio e infelizmente (ou felizmente) não consegui a vaga. Não foi nem por incompetência ou porque meu currículo não estava bom, pelo contrário. A mulher até disse que queria que eu ficasse lá e tal, mas que se eu empacasse, iria empacar por causa dos meus horários que são meio doidos. É isso que dá não querer pegar um professor ruim, numa matéria de cálculo. Aí pega de tarde e perde estágio. Mas assim é melhor, pelo menos perco o estágio e não o conhecimento.
Além disso, conheci novas pessoas numa festa que fui, e uma banda muito, muito boa também. Vou ver se acho o vídeo da música que eu mais gostei deles, aí posto aqui. É um ska punk-rock, muito bom, muito. Não parei ainda para ver as letras das músicas e tal, mas só o ritmo me alegra e é dançante, não sei explicar. E agora pra finalizar vem o vídeo com a lyric do CD 40oz to Freedom de 1992.
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